• Veus

Aumento de casos na Europa acende alerta de nova onda de contágio do coronavírus no Brasil



Dez meses após o surgimento do coronavírus na China, a doença já infectou, mundialmente, mais de 31 milhões de pessoas. Depois do lockdown em março e abril, a maior parte da Europa começou a relaxar as medidas de isolamento, com aumento de circulação de pessoas nas ruas, retorno às atividades econômicas e, mais recentemente, volta às aulas.

Agora, países que pareciam ter controlado a taxa de transmissão do vírus começam a viver a realidade de uma nova onda de casos da doença. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em setembro, a transmissão por COVID-19 na Europa está mais acelerada do que no início da pandemia, sendo o maior índice entre pessoas de 25 a 49 anos.

De acordo com a agência, uma das preocupações é que alguns países estão adotando período de quarentena inferior ao recomendado, que é de 14 dias para todos aqueles que tiveram contato com vírus.

Novas medidas na Europa

Para tentar conter a escalada de casos da doença, diversos países estão adotando novas medidas restritivas. Na Espanha, após uma explosão de novos casos, nas últimas semanas, o governo de Madrid resolveu impor limites para a circulação entre oito bairros da capital.

No Reino Unido, o governo não descartou uma segunda quarentena nacional e vai aplicar multa para quem testar positivo e não cumprir o isolamento.

Já na Itália, primeiro epicentro da pandemia no continente europeu, os casos também estão aumentando nas últimas semanas e, enquanto o governo estuda endurecer o distanciamento social, segue adotando normas rigorosas para a entrada no país, como testagem obrigatória para passageiros e veto para algumas nacionalidades, incluindo os brasileiros.

Em Israel, em meio a uma segunda onda mais severa do que a primeira, o governo decretou lockdown de, no mínimo, três semanas.

Riscos e retrocessos

Com mais de 4,5 milhões de infectados pela COVID-19, de acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil seguiu o exemplo de outros países com a reabertura em ciclos de fases progressivas. Como o panorama não é uniforme pelo país, cada região seguiu seus protocolos no retorno às atividades.


A reabertura dos estabelecimentos e a maior circulação de pessoas nas ruas e áreas comuns, muitas vezes em áreas que não foram ainda liberadas pelos governos, como as praias, levou ao retrocesso na média móvel – indicador que considera a média de casos a cada sete dias - de infectados pelo vírus em algumas cidades brasileiras, como o Rio de Janeiro e São Paulo.


A nova fase da pandemia de COVID-19 em países europeus serve de alerta para a iminência de uma segunda onda de casos também no Brasil. Para serem seguras, as decisões para definir o grau de flexibilização da quarentena devem ser tomadas com base em dados e evidências científicas sobre a doença, considerando a evolução dos números locais e as capacidades de vigilância e atenção dos sistemas de saúde.


Segundo pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o cenário mais seguro para tentar evitar novas ondas de contágio, e que pode durar alguns anos, considera períodos intermitentes de distanciamento social, até que a população desenvolva imunidade coletiva, seja por vacina ou infecção.

Com isso, o novo normal seria um ‘vai e vem’ do isolamento ditado pela avaliação da curva epidemiológica, números de óbitos/testagem e da capacidade de resposta do sistema de saúde de cada localidade.

Se você quiser saber mais sobre como agendar testes na empresa ou na sua casa, confira nossos serviços.

42 visualizações

VEUS SAÚDE TLP - TESTE LABORATORIAL PORTÁTIL

Av. Beira Mar 262 - 5 andar - Centro Rio de Janeiro, RJ 20021-060 - BRASIL

+55 21 3005-3702

+55 21 97509 0558  VEUS ZAP

tlp@veus.com.br

instagram.png
facebook.png
linkedin.png
youtube.png

Powered by

VEUS_04.png
whats.png