Perguntas Frequentes

O que é o Coronavírus e seus sintomas?


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), Coronavírus é uma família de vírus que pode causar doenças em diversos mamíferos, incluindo o ser humano. Podem ser desde um resfriado comum até doenças mais severas como a Síndrome da angústia Respiratória Severa (SARS) e a Síndrome de Kawasaki que se caracteriza por uma vasculite infecciosa.

O COVID-19 (do inglês Coronavirus Disease 2019) é uma doença infeciosa viral causada pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2), com sintomas que vão desde febre, coriza, dor de garganta, cansaço, anosmia e tosse seca até quadros de síndromes respiratórias graves. Houve alguns relatos de sintomas gastrointestinais (náusea, vômito e diarréia) antes da ocorrência de sintomas respiratórios. Os sintomas geralmente são leves e começam gradualmente.

A transmissão se dá pelas vias respiratórias, através de perdigotos, que são gotículas do nariz ou boca de outras pessoas infectadas com o vírus ou por contato físico com pessoas e superfícies contaminadas. O período de incubação do vírus gira em torno de 1 a 14 dias.




Qual a Definição de Caso Suspeito?


O Ministério da Saúde define como Caso Suspeito para COVID-19: a) Pacientes com febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais, entre outros), mais qualquer um dos seguintes critérios: b) Histórico de viagem para países com transmissão local nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas; ou c) contato próximo com caso suspeito para COVID-19 nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas; ou d) contato próximo com caso confirmado de COVID-19 por meio de exame laboratorial, nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas.




Qual a Definição de Contato Próximo?


Contato próximo com uma pessoa com suspeita ou confirmação para coronavírus (SARS-CoV2) é definido como: a) estar a menos de 2 metros ou compartilhando a mesma sala ou área de atendimento por um período prolongado, enquanto não estiver usando equipamentos de proteção individual. O contato próximo pode incluir cuidar, morar, visitar, trabalhar ou compartilhar uma área ou sala de espera; ou b) ter contato direto com secreções contaminadas sem o uso de equipamentos de proteção individual recomendados.




Há algum tipo de restrição para fazer o teste?


Não. O exame pode ser feito por qualquer pessoa de todas as idades, sem restrição, com ou sem pedido médico. E grávidas também podem testar.




Quando devo fazer os testes rápidos (IgM/IgG)?


Recomenda-se que tais testes sejam realizados em indivíduos que apresentem ou tenham tido os sintomas da Covid-19 há pelo menos oito dias. Os testes RT-PCR devem ser utilizados quando houver sintomatologia compatível ou houver necessidade de confirmação da infecção. Os testes rápidos (IgM/IgG) têm relevante utilização no mapeamento do status imunológico de uma população (que já teve o vírus ou foi exposta a ele). Tal mapeamento pode contribuir de forma positiva no processo de relaxamento das medidas restritivas, ou seja, quando do controle pandêmico, o mapeamento imunológico terá significativa relevância por ocasião do retorno das atividades.




Como é realizado o teste?


Para o teste rápido, a coleta de sangue é semelhante à que é feita para medição de glicose, com uma punção no dedo e coletada duas gotas de amostra de sangue. Logo depois, a amostra é colocada em um pequeno dispositivo de teste com reagentes, que apresenta o resultado no dispositivo entre 10 e 15 minutos, dependendo do tipo de teste rápido que esteja sendo efetuado.




É possível realizar o teste na farmácia?


Recentemente, a ANVISA autorizou a realização dos testes rápidos em farmácias e drogarias, o que significa que o cidadão comum pode fazer o teste nesses locais, porém os testes nas farmácias devem seguir as recomendações da ANVISA e demais órgãos responsáveis para garantir a segurança da população e maior confiabilidade nos resultados.

Os testes em geral, e isso inclui o teste rápido, devem ser realizados em unidades que atentam para as condições operacionais e técnicas estabelecidas e com a supervisão de um profissional de saúde habilitado para interpretação laboratorial dele.




Todos os testes são confiáveis?


Os kits de diagnóstico são produzidos por fabricantes nacionais e internacionais e precisam de registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e validação.

A ANVISA e as Vigilâncias Sanitárias estaduais e municipais continuam monitorando o comportamento dos produtos após a sua comercialização, seja por meio de queixas técnicas ou pela avaliação laboratorial de desempenho. As informações de desempenho dos produtos estão declaradas nas instruções de uso e estão disponíveis para consulta no portal da Agência.




Que tipo de teste é esse e como funciona?


Os testes laboratoriais portáteis imunocromatográficos utilizados na coleta fazem a detecção qualitativa dos ANTICORPOS IgG e IgM do CORONAVÍRUS, possibilitando a determinação das fases aguda, convalescente e pregressa da COVID-19.

O teste consiste em identificar dois componentes imunológicos denominados: IgG e IgM. Se a amostra contém anticorpos IgG do COVID-19, uma linha vermelha surge na região da linha de teste IgG. Se a amostra contém anticorpos IgM do COVID-19, uma linha vermelha aparece na região da linha de teste IgM. Se a amostra não contém anticorpos do COVID-19, nenhuma linha vermelha aparece em nenhuma das linhas de teste, indicando um resultado negativo. Como procedimento de controle, para validação do teste, uma linha vermelha sempre aparecerá na região da linha de controle, indicando que houve absorção apropriada através da membrana para a realização do teste.




Existe diferença entre o teste rápido e o RT-PCR?


O teste rápido (também chamado teste Laboratorial Portátil) é baseado na detecção de anticorpos. A metodologia utilizada neste exame é chamada de imunocromatografia. No entanto, o organismo demanda um tempo para a produção desses anticorpos (janela imunológica) a partir do contágio. Estudos científicos têm demonstrado que a partir do sétimo dia de sintomas de uma pessoa com Covid-19 é possível detectar anticorpos em testes rápidos, sendo que em grande parte dos produtos registrados na Anvisa os resultados mais robustos foram obtidos a partir do décimo dia. Portanto, é preciso estar atento às instruções de uso dos testes.

O RT-PCR é um teste molecular, é para a detecção do vírus, busca de material genético do vírus, principalmente em secreção nasofaríngea e na saliva. realiza o diagnóstico se a pessoa estiver contaminada no momento do exame) - A comunidade científica vem estudando intensamente o comportamento do novo coronavírus (Sars-CoV-2) e atualmente apenas os ensaios que detectam antígenos são indicados para determinação do diagnóstico, pois permitem verificar se o vírus está presente na amostra testada. A Organização Mundial da Saúde (OMS) indica o ensaio molecular de RT-PCR como a referência (padrão ouro) para confirmação de casos de Covid-19.




É possível fazer o teste com sintomas leves, como tosse, febre baixa e coriza?


Sim é possível, mas é muito importante que você siga as regras de deslocamento e afastamento, evite contato direto com outras pessoas, para não propagar o vírus caso realmente esteja infectado. O exame pode ser feito com pelo menos 7 dias após o início dos sintomas. Este período é importante para que o organismo comece a produzir os anticorpos numa grande escala.




Existe a possibilidade de haver um resultado falso positivo ou falso negativo?


Reforçamos que a informação apresentada nesses ensaios (testes rápidos) é quanto ao estado imunológico no momento da coleta da amostra. Há um período de janela imunológica, que é o intervalo de tempo entre a infecção e a produção de anticorpos em níveis detectáveis por um teste, podendo variar de sete a dez dias após o início da infecção.

Se a testagem ocorrer dentro do período de janela imunológica, o resultado do ensaio poderá ser negativo, mesmo quando a pessoa estiver contaminada (falso negativo). Essa situação não corresponde necessariamente a uma falha no produto, mas à não observância da advertência quanto ao período adequado para testagem.

Já o resultado do teste positivo indica a presença de anticorpos contra o Sars-CoV-2, pode indicar que houve exposição ao vírus, não sendo possível definir apenas pelo resultado do teste se há ou não infecção ativa no momento da testagem.

Diante disso, é importante respeitar o intervalo entre os sintomas e a testagem e estar atento às informações das instruções de uso, que trazem orientações específicas de cada produto.




Quem tem acesso ao resultado?


Apenas o paciente. Em alguns minutos após o exame, o paciente receberá o login e senha para acessar o portal de resultados.

Porém o registro do resultado individual, em todos os testes rápidos, fornece informações para a gestão e a tomada de decisões em saúde pública. É importante frisar que o coronavírus (covid-19) faz parte da Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública. Portanto, todos os casos identificados devem ser informados às autoridades pelos serviços públicos e privados de saúde de todo o território nacional, para o provimento de informações essenciais para o monitoramento da epidemia no Brasil.




Devo usar máscara sempre que sair de casa? E quais orientações para o uso correto?


Sim, o decreto entrou em vigor desde o dia 23/5 obrigando o uso de máscaras de proteção. A utilização impede a disseminação de gotículas expelidas pelo nariz ou pela boca, garantindo uma barreira física que pode auxiliar na diminuição de casos. Foi solicitado que máscaras caseiras sejam priorizadas pela população, deixando as profissionais (cirúrgica e N95) apenas para profissionais da saúde.

É importante reforçar que o uso da máscara caseira ajuda na prevenção da Covid-19 desde que associada a outras medidas de prevenção, como o distanciamento social, o cumprimento da etiqueta respiratória e a higienização das mãos. Seguindo as orientações da OMS, você deve lavar as mãos até os punhos com água e sabão ou usar álcool em gel 70% antes de colocar a máscara. Ao colocá-la, verifique se não há espaço entre o rosto e a máscara.

Durante o uso, caso a máscara fique úmida, é necessária a substituição. Para removê-la, opte sempre pelas laterais, evitando tocar na parte da frente. Mas, antes de retirá-la, siga novamente as orientações para higienização das mãos. Para lavar a máscara, deixe-a de molho por 30 minutos em uma mistura de 10 ml de água sanitária para 500 ml de água potável. Após a secagem, utilize também o ferro quente. E, para armazenar de forma correta, opte por guardar em saco plástico.




Como posso me prevenir para não pegar o vírus?


  • Lave as mãos com frequência com água e sabão por cerca de 20 segundos. Caso não tenha onde fazê-lo, use álcool 70% em gel;
  • Cubra o nariz e a boca ao tossir ou espirrar, de preferência usando lenço descartável. Na ausência de lenço, prefira usar a região interna do cotovelo para abafar a tosse/espirro do que as mãos;
  • Evite tocar seu rosto, especialmente olhos, nariz e boca, sem ter higienizado as mãos, pois essa é uma das formas do vírus penetrar no organismo;
  • Evite contato com pessoas que apresentem sintomas de infecções respiratórias, pois podem estar com covid-19 sem saber;
  • Evite aglomerações ou ambientes fechados, pois a chance de haver pessoas infectadas aumenta muito e a transmissão do vírus é facilitada pela proximidade;
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, copos ou garrafas, pois eles podem estar contaminados com o vírus;
  • Mantenha os ambientes bem ventilados, pois isso diminui o risco de transmissão.




Como faço a limpeza e desinfecção de superfícies?


Recomenda-se a intensificação da limpeza de superfícies e objetos de uso frequente do público, como maçanetas e botões de elevadores. Evidências da literatura a respeito dos agentes SARS-CoV e MERS-Cov demonstram que os coronavírus humanos podem permanecer infectantes em superfícies inanimadas por até 9 dias.

A desinfecção de superfícies com hipoclorito de sódio a 0,1% ou etanol 62-70% reduz significativamente e infectividade dos coronavírus após 1 minuto de exposição.




Tenho uma empresa, que não é da área da saúde, posso realizar os testes rápidos (IgM/IgG) nos meus colaboradores?


Sim. Os testes rápidos, apesar de serem de uso relativamente simples, são de uso profissional e sua execução requer o cumprimento de protocolos e diretrizes técnicas de controle, rastreabilidade e registros. A RDC 302/2005, que dispõe sobre o Regulamento Técnico para Funcionamento de Laboratórios Clínicos, determina, no item 6.2.13 de seu anexo, que a execução dos testes laboratoriais remotos – TLR (point-of-care) e de testes rápidos (IgM/IgG) pode ser realizada próximo ao paciente (nas instalações das empresas, por exemplo) e deve estar vinculada a um laboratório clínico, posto de coleta ou serviço de saúde pública ambulatorial ou hospitalar.




Os testes de anticorpos para COVID-19 utilizados no VEUS DRIVE THRU são registrados?


Sim. Todos os testes utilizados são validados/autorizados pela ANVISA e avaliados pelo INCQS, portanto podem ser utilizados para detecção de anticorpos de COVID-19 com pacientes.
A Bula do teste informa a sensibilidade e especificidade do teste utilizado. O profissional de saúde do laboratório de análises clínicas esta capacitado a orientar o paciente sobre o teste e o resultado informado no laudo.




Se o casal, um apresentar teste REAGENTE (positivo) obrigatoriamente o outro também deve apresentar resultado REAGENTE?


Não. O fato do marido/esposa/companheiro/companheira apresentar REAGENTE não implica que a outra parte também deverá apresentar REAGENTE.
Sistema imunológico e comportamento são fatores preponderantes para uma possível contaminação




O exame de RT-PCR confirmou que tive contato com o vírus COVID-19 portanto o teste de anticorpos COVID-19 deve informar resultado REAGENTE?


Não. Se o período que tiver sido realizado o teste de anticorpos COVID-19 não estiver dentro na janela imunológica, o resultado do teste NÃO será reagente.




Pessoas que tiveram contato com outras pessoas que confirmaram infecção por COVID-19 devem obrigatoriamente ter resultado REAGENTE para o teste de anticorpos COVID-19?


Não. Sistema imunológico e comportamento são fatores preponderantes para uma possível contaminação.




Como interpretar os resultados no laudo para testes de anticorpos para COVID-19?


Os Anticorpos ou proteínas são denominadas de imunoglobulinas e existem dois principais tipos que são IgM e IgG. A produção destas imunoglobulinas atinge valores detectáveis, pelos testes laboratoriais, após alguns dias depois da infecção, primeiro a IgM e depois a IgG. Este tempo entre a infecção e o aparecimento da IgM e da IgG é chamada janela imunológica. Após a infecção, segundo a literatura disponível no momento, a janela é de 7 dias para a IgM e de 14 dias para a IgG. Após a manifestação dos sintomas, geralmente a IgM é detectável após alguns dias e a IgG em torno de 10 dias. Ainda não existe consenso sobre estes tempos de aparecimento dos anticorpos. Portanto, IgM NÃO REAGENTE pode indicar:
Que o indivíduo não foi infectado.
Que o indivíduo foi infectado, mas ainda não tem anticorpos detectáveis pelos testes laboratoriais (negatividade momentânea).
Que o resultado é um falso negativo devido a limitação tecnológica dos testes existentes. IgM REAGENTE pode indicar:
O indivíduo está com uma infecção recente. IgG NÃO REAGENTE pode indicar:
Que o indivíduo não teve contato com o vírus.
Que o indivíduo não teve recentemente a infecção e que, provavelmente, esse anticorpo ainda não está presente. IgG REAGENTE pode indicar:
O indivíduo não tem mais a infecção.
O indivíduo está imune. Observações: Alguns indivíduos com o teste RT-PCR POSITIVO levaram mais tempo para tornarem-se REAGENTES para IgM e IgG. Portanto, em caso de inexistência desses anticorpos, é recomendado a repetição do teste num espaço não inferior a 2 semanas.
Em caso negativo para RT-PCR, em função da diminuição da carga viral, os testes sorológicos são de grande utilidade para a verificação dapresença de anticorpos. *Fonte : SBAC (Sociedade Brasileira de Análises Clínicas).





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